quinta-feira, 25 de abril de 2013

Porra sinto falta de ter alguém com quem falar, alguém que me dê um abraço quando preciso, merda para isto!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Medo, medo que me possuis e me tens possuído
Tiras a alegria á alma com quem tenho vivido
És o receio vivo do que pode acontecer
És a dor que lentamente me faz desaparecer

Grande medo que de mim te apoderaste
Vieste, e vais permanecer
Que grande medo és tu?
És o medo, medo de te perder

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Oh dura realidade que me trais e atrais para os teus enredos
Oh eterna saudade que revelas o mais puro dos meus segredos
Oh desgraçada vida que me prometes fantasias que não vou ter
Oh honrada esperança de um futuro que não vai acontecer

E que me resta a mim, mero mortal em busca de felicidade?
Resta-me ódio, furia e pouca verdade
Resta-me esperar que desapareças
Oh minha realidade

terça-feira, 2 de abril de 2013


No outro dia passei no cemitério a caminho de um spot e pus-me a pensar, o que faço aqui realmente?
Tudo o que me faz feliz está longe e perto... perto só encontro tristezas. Já não penso de forma igual, já ajo de forma igual. Este mundo está podre e eu, eu apodreci com ele. Amor ao próximo já não existe em mim, amor a mim mesmo igualmente e seria um erro acreditar que tal amor pudesse existir.
A minha vida? Já não-lhe tenho estima, a minha vida acabou no momento em que abri os olhos para a dura realidade em que vivo, eu realmente odeio a minha vida.
Que importância tenho neste mundo se nem a mim eu importo? Estar vivo, estar aqui dói, e vai continuar a doer...