Doces tempos da minha mocidade
Onde não havia razão ou verdade
Onde a regra principal era acreditar
Correr, brincar, imaginar
Não havia mal ou discussão
Problema que me apertasse o coração...
Oh mocidade a minha
Que enorme estima eu te tinha
Eras o doce aroma da primavera
Uma brincadeira mais sincera
Porque foste acabar?
sexta-feira, 29 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Oh doce desilusão que me infetas a alma
Tiras o belo de uma tarde linda e calma
Acompanhas o ódio que trago no coração
És a tristeza amarga que nunca me deu a mão
És um navio perdido nos confins do mar
És a certeza de que tudo vai acabar
E quando todo o futuro é incerto
Apenas tu estás por perto
Para me livrares de todos os prazeres
sábado, 16 de março de 2013
Sabem porque gosto tanto de skate? Porque é que o skate é uma das minhas prioridades apesar de não me ir ajudar no futuro? Porque é que gosto tanto de o praticar apesar de não ser um "desporto" barato nem seguro? Porque skate é liberdade!
Skate é termos a liberdade de escolher onde o praticamos ou como o praticamos, skate é escolhermos entre mandar uma skatada abusada ou simplesmente descer umas ruas e sentir o asfalto.
Skate aleija, mas faz-nos felizes, quem é que nunca sorriu ao acertar uma manobra nova? Ao sentir que o pessoal tá a apoiar?
Skate é fazer novas amizades, daquele tipo de amizade que não se encontra em qualquer lugar, ganhamos amigos daqueles que estão connosco e que nos apoiam mesmo quando tentamos dar aquela manobra fodida que nunca acertamos.
Skate é aquela sensaçãozinha que temos ao ouvir uma musica que nos da pica, aquela sensação de "eu vou abusar" aquela sensação que nos faz pormos o pé na tábua e tentar dar um toque até não aguentarmos mais, nós ou a tábua...
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