Doces tempos da minha mocidade
Onde não havia razão ou verdade
Onde a regra principal era acreditar
Correr, brincar, imaginar
Não havia mal ou discussão
Problema que me apertasse o coração...
Oh mocidade a minha
Que enorme estima eu te tinha
Eras o doce aroma da primavera
Uma brincadeira mais sincera
Porque foste acabar?
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